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JAGUAR MAGAZINE #07

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David Dandy e seu XK120 brilham no bairro criativo de Londres | Como a caridade In Place of War leva criatividade em zonas de conflito | Designer de interiores Joyce Wang conta sobre as últimas tendências de luxo | O ano de maior sucesso da Panasonic Jaguar Racing na Fórmula E | Conheça o novo diretor de design Julian Thomson

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$OQT FG FGUKIPGT 1/Qual é a tecnologia com melhor design que você tem? Motos KTM – tenho a 1290 Super Adventure S e a EXC 200. Elas tem espírito e são rebeldes, e gosto da determinação dos designers. 2/ Artista favorito? Peter Blake – a capa do CD Sgt. Pepper especificamente. 3/Livro mais influente? Planeta dos Macacos de Pierre Boulle, que também escreveu A Ponte do Rio Kwai. Ambos são sobre preconceito e a repressão de uma nação de minorias. 4/Marca mais admirada? Patagonia ou Adidas. Me interessa como as marcas se comportam, o que representam, a colaboração e como usam a tecnologia. É o que pensamos quando projetamos carros luxuosos também. 5/Restaurante favorito? II Re Gallo, em Castellina in Chianti, na Itália. Eu comeria a massa de javali e o frango com trufas frescas. Sonho O tamanho do novo centro da Jaguar (direita) é do tamanho da ambição de Thomson De fato, são esses fatores e experiência combinados que colocam Thomson na melhor posição para orientar a Jaguar nos próximos anos. Ele é extremamente entusiasmado, mas consciente das mudanças. “O mundo está mudando muito rápido e está na hora da marca se analisar”, diz ele. “Há um monte de novos desafios como eletrificação e automação, mas os clientes também estão mudando. Temos que manter a marca firme e em uma trajetória forte, mantendo um senso de relevância.” Adaptar-se às novas expectativas dos clientes é crucial como líder de design. A sustentabilidade está o topo da agenda, começando com o lançamento do I-PACE em 2018, onde o desafio era criar um veículo elétrico e ainda ser um Jaguar. )QKWOITCPFGexemplo de como estamos assumindo um mundo de mudanças e ainda fazendo um carro de luxo”, diz ele. A automação também dá problemas para uma marca que tem sido tradicionalmente centrada na experiência emocionante de dirigir. “Ter um Jaguar é dirigir com espírito. Quando os carros têm algum grau de automação, significa que você não pode ter uma experiência de valor? Este é o tipo de coisa que estamos pensando”, diz ele. Há também a ascensão de startups revolucionárias como a Rivian e a Nio, que colocaram esses desafios em 48 / 5GXKUVC -CIWCT

Design 1QUUQU XCNQTGU QTKIKPCKU FG DGNG\C FGUKIP GWHGOKUOQ G KPQXCQ CKPFC JQLG UQ XGTFCFGKTQU” sua proposta e valores de marca desde o início. Thomson, no entanto, não está preocupado. “Elas são para clientes mais jovens, mas somos uma marca com um enorme legado que nos orgulhamos”, diz ele. “Quando William Lyons começou anos atrás, nossos valores eram a beleza, o projeto, o eufemismo e a inovação. Eles ainda se mantêm verdadeiros no mundo moderno.” 6GOF¦XKFCQdesign é mais importante do que nunca para a marca. Thomson lembra quando começou, tendo se formado no curso de Design de Veículos da Royal College of Art, que reputação e desempenho eram os elementos que os clientes mais se importavam. Os líderes de mercado hoje são diferenciados pelo design, e a indústria está bem mais criativa por isso, com atenção detalhada nos interiores, nos materiais e nos equipamentos que não existiam 20 anos atrás. As novas instalações de classe mundial são testemunho disso. A arquitetura tem sido projetada com modelos de argila, com uma estrutura grande o suficiente para permitir que 20 modelos de argila de tamanho real sejam trabalhados simultaneamente. Existem dois estúdios principais, Studio 3 e 4, com os números dos vencedores da Le-Mans, o Jaguar D-types de 1957 e 1956. Um polo colaborativo chamado “Heart Space” fica no centro, com interior, exterior, cor, materiais, visualização e equipes técnicas de design posicionadas em torno dele, junto com a robótica, equipamentos de RV e um painel de 11 metros conhecido como “The Electric”. Os modelos podem ser levados para fora para serem vistos na luz natural e de certas distâncias e ângulos. “Não queríamos colocar filme em todas as janelas”, diz Thomson. “Queremos olhar para fora e ver o céu e as árvores.” Crucialmente, a equipe de 280 funcionários fica em um só local, que Thomson compara a um aeroporto do convívio, com os designers, modeladores e coordenadores próximos. “Se um modelador de argila tem um problema ou uma ideia, ele pode chamar o designer, que pode então chamar o engenheiro”, diz ele. Isso também permite que Thomson esteja intimamente envolvido no processo de design do dia-a-dia: “todos estão tão próximos, que me dá a oportunidade de passear, conversar com as pessoas e olhar para as coisas. É a melhor parte do meu trabalho.” A ascendência de Thomson à diretor de design marca um novo capítulo para a Jaguar e um sonho de infância realizado. Ele lembra que desenhava carros quando tinha apenas cinco anos. Décadas depois, o que ele gostaria que seu legado na marca fosse? “Eu adoraria promover ainda mais o amor pela Jaguar. Quero criar momentos inesquecíveis”, diz ele. “Mais importante, quero inspirar pessoas.” J 5GXKUVC -CIWCT / 49

 

JAGUAR

JAGUAR MAGAZINE #07

 

A REVISTA JAGUAR celebra a criatividade em todas as suas formas, com características que inspiram emoção sensorial, do design sedutor até a tecnologia de ponta.

A edição mais recente apresenta algumas pessoas inspiradoras: de Luke Jennings, criador de Villanelle, uma das personagens mais interessantes dos últimos tempos, a Marcus Du Sautoy, que fala se a inteligência artificial está à beira de se tornar criativa. Na estrada, visitamos os EUA para explorar o paraíso gastronômico de Portland em um Jaguar I-PACE, levamos um Jaguar XE ao sul da França para uma visão de fotógrafo da charmosa cidade de Arles, e muito mais.

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Na cidade somos todos pedestres.

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Os números referentes ao consumo de combustível são resultado de testes oficiais do fabricante em acordo com as leis da UE, possuindo função puramente comparativa. O consumo efetivo de um veículo pode diferir dos alcançados em tais testes.